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A goleada das marcas com a Copa do Mundo

  • Foto do escritor: Lucas Mello
    Lucas Mello
  • 2 de mai.
  • 1 min de leitura

A Copa de 2026 ainda nem começou, mas as marcas já estão faturando e aproveitando a onda dos preparativos da torcida.

Em uma projeção econômica, a Copa do Mundo FIFA 2026 tende a injetar cerca de US$ 10,5 bilhões no mercado publicitário global. Os patrocinadores incluem parceiros globais como Adidas, Coca-Cola, Hyundai-Kia, Visa, Qatar Airways, Aramco e Lenovo. Além deles, marcas como Budweiser, McDonald’s, Bank of America, Verizon, Frito-Lay e Unilever também entram em campo, enquanto no Brasil nomes como Amazon, Google, Volkswagen, Sadia, iFood, Uber e Azul reforçam esse movimento, ao lado de parceiros tradicionais como Nike, Itaú, Ambev, Vivo e Cimed, que seguem ligados ao patrocínio da Seleção Brasileira.

Esse cenário reforça a força do mercado brasileiro dentro desse grande movimento.

Além dos patrocínios, as marcas apostam em campanhas institucionais que despertam o desejo e a emoção do torcedor, ações de endomarketing focadas em engajamento e superação, e, principalmente, campanhas promocionais.

É aí que o mercado publicitário ganha ainda mais força: grandes prêmios em dinheiro, ingressos para jogos da Copa e colecionáveis como mascotes, bolas, lanches e outros itens que aproximam a marca do consumidor.

De fato, é uma onda que toda marca quer surfar, aproveitando o engajamento, a paixão do torcedor e a presença de marca nessa baita goleada publicitária.

 
 
 

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